Seu sorriso se destacava, moça. Era o mais belo de todos. Era o mais cativante, instigante, feliz. Mas havia algo; caiu lágrimas. Perguntei-te o que houve e nada me disseste, me preocupei. Via que teus sorrisos não eram mais os mesmos, faltava algo, faltava cor. Dor. A dor era demais, senti; mas aquiesci, nem te tinha por perto e isto me matava mas sentia…
(…) Nunca mais o sorriso da menina iluminou minhas manhãs, bateu ao meu coração, fez canto e poesia. Nunca mais curou cicatrizes, livrou os poros de tristeza que me consumia. Nunca mais me viu, nem de relance, e por isto palideci, senti, morri. Nunca mais vi sorrisos teus.
(…) Nunca mais o sorriso da menina iluminou minhas manhãs, bateu ao meu coração, fez canto e poesia. Nunca mais curou cicatrizes, livrou os poros de tristeza que me consumia. Nunca mais me viu, nem de relance, e por isto palideci, senti, morri. Nunca mais vi sorrisos teus.
— Igor Pires (via c-i-r-a-n-d-a-r)